A Universidade de Brasília (UnB), investigou nas últimas semanas, a causa da morte de 83 macacos que foram encontrados no Distrito Federal e Goiás, na região do Entorno Sul. A preocupação é se os animais foram mortos pelo vírus da febre amarela.

De acordo com dados divulgados nesta quarta-feira (14), em 79 dos casos foi descartada a presença do vírus. Os primeiros laudos apontam que os animais vieram a óbito por conta de parasitas, toxoplasmose transmitida por gatos, pneumonia, infecções, choques elétricos, traumatismos e complicações no parto. Quatro macacos ainda passarão por análise laboratorial.

Primeiros laudos descartam a presença do vírus em 79 dos casos. (foto: Minervino Junior/CB/D.A Press)

No dia 23 de janeiro um macaco foi encontrado morto na região rural de Novo Gama. A UnB deve divulgar novos resultados até o final da semana.

“Fizemos muitos exames. Em breve teremos mais dados contabilizados. As amostras foram lidas e interpretadas. Aguardamos apenas a digitação dos laudos”, informou o professor de patologia veterinária Márcio Botelho, responsável pelos trabalhos no Laboratório Regional de Diagnóstico para Febre Amarela em Primatas não Humanos.

Com informações do Correio Braziliense.